Compreensão é uma palavra que nos abre o caminho para a Paz.
Requer muita aprendizagem e atenção constantes.
Confrontados com o que não compreendemos, conhecemos ou entendemos,
temos uma tremenda tentação a deixar-nos guiar pelo impulso.
Este leva-nos a desistir, a cortar, a reagir mal, a agredir, a fugir, a ripostar...
Se os dois motores da vida, o medo e o amorn não forem
acompanhados pela vontade de compreender e o respeito que é necessário
a esse processo, tudo pode ser deitado a perder.
Aí surge a falta de paz. Dentro de nós, nas nossas familias, no nosso país,
no mundo.
A falta de nos compreendermos e de compreendermos os outros tem gerado muitas guerras.
Quem quer entrar bem no ano ou em qualquer ano, deve começar por se compreender bem.
Será este caminho bem iniciado que nos permitirá continuar e começar a compreender os outros.
Que pena tantos quererem começar ao contrário. Só começarem a compreender
quando forem compreendidos...
Um 2012 compreensível para todos.
Monday, January 02, 2012
Thursday, December 29, 2011
Arriscar é: bom humor
Uma das formas de lidarmos com as crises é o bom humor.
Vale mais do que a critica, o medo ou a lamentação.
Espero lembrar-me muito disto em 2012.
Vale mais do que a critica, o medo ou a lamentação.
Espero lembrar-me muito disto em 2012.
Wednesday, December 28, 2011
Arriscar é: resistir
Resistir é mais uma questão de calma e cabeça do que força.
Este ano 2012 vai ser necessária muita ponderação para não se piorar mais a nossa vida
do que aquilo que as circunstancias vão provocar.
União, bom conselho, firmeza, segurança, serenidade, contemplação...
são armas para a vitória.
Este ano 2012 vai ser necessária muita ponderação para não se piorar mais a nossa vida
do que aquilo que as circunstancias vão provocar.
União, bom conselho, firmeza, segurança, serenidade, contemplação...
são armas para a vitória.
Tuesday, December 27, 2011
Arriscar é: mandar eu
Mandasse eu e o Natal seria todos os dias 25 de cada mês.
Aí mandaríamos os melhores votos aos nossos clientes e amigos...
Aqueles a quem o fazemos uma vez por ano.
Trocaríamos prendas e comeríamos melhor, com mais calma e juntos.
A palavra família e saudade estaríam mais presentes no coração e nos lábios.
As ruas e as casas mais arranjadas.
E a solidariedade ajudaria a colmatar as injustiças e desigualdades.
Aí mandaríamos os melhores votos aos nossos clientes e amigos...
Aqueles a quem o fazemos uma vez por ano.
Trocaríamos prendas e comeríamos melhor, com mais calma e juntos.
A palavra família e saudade estaríam mais presentes no coração e nos lábios.
As ruas e as casas mais arranjadas.
E a solidariedade ajudaria a colmatar as injustiças e desigualdades.
Friday, December 23, 2011
Arriscar é: ser Natal
Neste Natal uma prece que nos abre já ao ano 2012:
Menino Deus, neste Natal, livra-me de ser um limite para o teu amor!
Menino Deus, neste Natal, livra-me de ser um limite para o teu amor!
Wednesday, December 14, 2011
Arriscar é: continuar a acreditar
O nascimento de uma criança é um dos fortes sinais de que Deus ainda não desistiu de nós.
O celebrar o nascimento de Jesus é também uma das nossas respostas a essa esperança depositada em nós, humanos.
Obrigado a Deus e a todos os que continuam a creditar contra toda a esperança.
O celebrar o nascimento de Jesus é também uma das nossas respostas a essa esperança depositada em nós, humanos.
Obrigado a Deus e a todos os que continuam a creditar contra toda a esperança.
Tuesday, December 13, 2011
Arriscar é: liberdade de expressão
"O tempo actual é como de crença suspensa", pois a fé
passou a ser vista como um segredo pessoal e quase obsceno, do qual é incorrecto falar".
José Tolentino Mendonça
Se no passado era proibido falar da "politica" agora é proibido falar da fé.
Foi só isso que mudou. Ainda se espera pela verdadeira revolução da liberdade.
passou a ser vista como um segredo pessoal e quase obsceno, do qual é incorrecto falar".
José Tolentino Mendonça
Se no passado era proibido falar da "politica" agora é proibido falar da fé.
Foi só isso que mudou. Ainda se espera pela verdadeira revolução da liberdade.
Friday, December 09, 2011
Arriscar é: preparar
Além dessa caracteristica tão portuguesa de deixar tudo para a ultima hora,
pode acontecer que nos esqueçamos de preparar convenientemente
as celebrações mais importantes da nossa vida.
Existe o sonhar as coisas, o programá-las e o prepara-las.
Cada uma das etapas requere tempo e empenho.
Uma boa preparação é já celebrar e estar metido no entusiasmo da festa.
Preparemos bem para vivermos melhor.
Bom advento!
pode acontecer que nos esqueçamos de preparar convenientemente
as celebrações mais importantes da nossa vida.
Existe o sonhar as coisas, o programá-las e o prepara-las.
Cada uma das etapas requere tempo e empenho.
Uma boa preparação é já celebrar e estar metido no entusiasmo da festa.
Preparemos bem para vivermos melhor.
Bom advento!
Wednesday, November 23, 2011
Arriscar é:aprender a dar
A dar e a receber também se aprende.
Todos o podem fazer de algum modo.
Mas é isso, de qualquer maneira.
Agora dar e receber aprende-se e ensina-se.
Além do mais pode sempre aperfeiçoar-se.
No entanto, o principio é quer aprender ou estar disposto a ensinar.
Todos o podem fazer de algum modo.
Mas é isso, de qualquer maneira.
Agora dar e receber aprende-se e ensina-se.
Além do mais pode sempre aperfeiçoar-se.
No entanto, o principio é quer aprender ou estar disposto a ensinar.
Tuesday, November 22, 2011
Arriscar é: questionar o bem
Passamos grande parte da vida a questionar o mal e o seu porquê?
Isso faz-nos reparar apenas no que não gostamos ou não é "bom".
Experimentar a questionar o porquê do bem é prestar-lhe mais atenção.
Porquê tanta coisa boa e bonita?
Quem quer questionar comigo e encontrar a resposta?
Isso faz-nos reparar apenas no que não gostamos ou não é "bom".
Experimentar a questionar o porquê do bem é prestar-lhe mais atenção.
Porquê tanta coisa boa e bonita?
Quem quer questionar comigo e encontrar a resposta?
Monday, November 21, 2011
Arriscar é: é isto...
Quanto lemos ou ouvimos algo que encaixa
claramente no que percebemos ser a vida na sua essencia
ou naquele momento, exclamamos: "é isto!"
Vede se não é verdade:
"A apetência pela espiritualidade que difusamente marca isso a que se chama
«o regresso do religioso», corre o risco de ser uma espécie de deriva emocional,
a procura de uma zona de conforto que dá tudo e verdadeiramente não pede nada,
uma diluição da consciência numa qualquer experiência fusional,
tanto mais grata, quanto menos responsabilizadora do sujeito."
(José Tolentino Mendonça, Pai nosso que estais na terra)
claramente no que percebemos ser a vida na sua essencia
ou naquele momento, exclamamos: "é isto!"
Vede se não é verdade:
"A apetência pela espiritualidade que difusamente marca isso a que se chama
«o regresso do religioso», corre o risco de ser uma espécie de deriva emocional,
a procura de uma zona de conforto que dá tudo e verdadeiramente não pede nada,
uma diluição da consciência numa qualquer experiência fusional,
tanto mais grata, quanto menos responsabilizadora do sujeito."
(José Tolentino Mendonça, Pai nosso que estais na terra)
Friday, November 18, 2011
Arriscar é: 40+3
40+3
Aos Sacerdotes que me acompanharam e marcaram a vida até aqui. Agradeço de um modo especial o acolhimento, o entusiasmo e a inspiração.
O P. Vicente (+) Casou os meus pais e baptizou a mim e ao meu irmão na Paróquia da Cela Nova terra da minha mãe, onde era Prior. Talvez a primeira pessoa a ver atrás de um altar. Não tive contactos directos com ele mas a sua vida acabou por marcar a história da minha família. Todos temos um sacerdote que acompanhou mais esses momentos da vida das nossas famílias.
P. Paixão (+) Antigo padre em Torres Vedras marcou a infância do meu pai como sacerdote. Durante anos era comum cruzarmo-nos com essa referência e lembrarmos o passado. Vinha por Alcobaça de férias e cultivou algum contacto com a minha família. Uma inspiração de bondade e serviço á Igreja e aos doentes no hospital Pulido Valente.
P. Zézinho. Este Padre brasileiro que muitos recordarão das musicas e dos textos que gravava e animavam a nossa adolescência. Sempre me identifiquei muito com a sua linguagem aos jovens. Li muitos dos seus livros e assisti a dois concertos dele. Um na Igreja do Forte da Casa e outro em Fátima. No estilo da linguagem é o mais marcante e inspirador.
P. Siopa (+) O meu Prior em Alcobaça. Acompanhou a minha vida em Alcobaça. O seu acolhimento, a sua sabedoria influenciou a minha ida para o Seminário. Soube fazer-me seu companheiro em muitos momentos que guardo com saudade.
P. Joaquim Duarte. Acompanhou a minha entrada para o Seminário e os meus primeiros quatro anos de Seminarista em Almada como director espiritual.
P. Traquina. A sua caminhada como seminarista, os primeiros anos de Sacerdote e o tempo em que estive em Almada foram também muito inspiradores para mim. Colaboramos muitas vezes no inicio e isso também foi importante para definir a minha identidade como sacerdote.
P. Zé Maria. Curioso que foi ordenado sacerdote já depois de mim. O Zé Maria era acólito em Alcobaça e responsável pelos jovens da altura. O seu testemunho de vida e a sua vontade de servir a Deus e os mais necessitados marcaram também a minha entrada no Seminário. A primeira vez que fui a um Seminário foi com ele. Ele era para entrar e na altura não entrou. Acabei por entrar primeiro do que ele.
P. Orlando Leitão (+) Foi o meu director espiritual no seminário dos Olivais. A sua bondade e humildade foram muito tocantes.
P. Vasco Pinto Magalhães. Quem o conhece e me conhece perceberá a influência que teve na minha vida. Participei durante vários anos nos exercícios espirituais que orientava em Palmela. Abriu-me os olhos e o coração à oração e á meditação na Palavra de Deus.
P. Batalha. Pároco na Lourinhã onde comecei a exercer, sempre me acolheu e respeitou apesar da diferença de idade e estilos encontrei nele alguém que aprendi a admirar e também a respeitar. Um verdadeiro pastor do Povo de Deus.
P. Paulo Luís. Meu colega de Curso no inicio do Seminário e meu colega de sacerdócio na Lourinhã. A nossa relação tem sido interessante na mútua colaboração e muito em especial na complementaridade, até aos dias de hoje.
P. José Guerra (+) Sendo prior das Caldas da Rainha, aí me acolheu na residência paroquial. O seu acolhimento e respeito sempre me fizeram sentir em casa. Da sua sabedoria recebi muito que me tem sido útil como sacerdote inclusive o bom humor.
P. Carlos Paes. A minha vinda para Lisboa juntou-me a outros sacerdotes entre os quais este que é pároco de S. João de Deus. Entre nós sempre houve uma comunhão de ideias ou melhor de ideais. A sua linguagem e o seu espírito inquieto sempre me foram familiares bem como ao seu modo de acolher os irmãos sacerdotes nos quais me incluo.
P. Carlos Jorge. O actual prior de Alcobaça tem sido uma presença de grande amizade na minha vida desde o tempo do Seminário. Também é daquelas pessoas de quem nos aproximamos muito pela linguagem e espírito. Algumas vezes temos colaborado em sonhos pastorais que partilhamos com muito entusiasmo.
P. Luis Kondor (+) A este Sacerdote de Fátima que foi vice-postulador para a causa de beatificação dos Pastorinhos Francisco e Jacinta, devemos a sua amizade pessoal e a paixão por servir a igreja Portuguesa e a mensagem de Fátima. Nas conversas pessoais com ele foi-nos contagiando com o entusiasmo pelo conteúdo das aparições e dos seus protagonistas.
Termino reforçando que estes são apenas alguns dos Padres que nos marcaram ao longo destes anos de sacerdócio. Com todos tivemos contacto pessoal e essa é uma das referências para este conteúdo de gratidão. Outros nos tocaram pelas palavras lidas ou escutadas, mas o que mais me marca é o entusiasmo com que viveram ou vivem no serviço a Deus e à Igreja.
Sei que a sua recompensa será grande porque assim é a promessa do nosso Deus que é Fiel.
P. Carlos M. P. Azevedo
Lisboa, 14 Novembro de 2011
Arriscar é: ter pai
Estudiosos da matéria afirmam que muitas pessoas
sofrem de deficit de pai.
O pai é quem nos transmite a segurança que necessitamos para enfrentar muitos desafios na vida.
A confiança que nos dá, depois de interiorizada até dispensa a sua presença
quando temos de gerir contendas.
Jesus falava disto de muitos modos: Eu e o Pai somos um só; Eu permaneço no Pai e o Pai em Mim; Eu vivo pelo Pai...
Sempre encontra na relação com o Pai a Sua plena satisfação. É por isto que Ele também nos ensinou a chamar ao Seu, Pai nosso.
sofrem de deficit de pai.
O pai é quem nos transmite a segurança que necessitamos para enfrentar muitos desafios na vida.
A confiança que nos dá, depois de interiorizada até dispensa a sua presença
quando temos de gerir contendas.
Jesus falava disto de muitos modos: Eu e o Pai somos um só; Eu permaneço no Pai e o Pai em Mim; Eu vivo pelo Pai...
Sempre encontra na relação com o Pai a Sua plena satisfação. É por isto que Ele também nos ensinou a chamar ao Seu, Pai nosso.
Tuesday, November 15, 2011
Arriscar é: adventar
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
(Chico Xavier)
Nem sempre é tempo para questionar ou avaliar ou por em questão.
Existem tempos privilegiados e este tempo do Advento é um deles.
Apontemos para onde queremos, desejamos e sonhamos ir.
A força da fé, da vontade e do sonho farão o resto.
qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
(Chico Xavier)
Nem sempre é tempo para questionar ou avaliar ou por em questão.
Existem tempos privilegiados e este tempo do Advento é um deles.
Apontemos para onde queremos, desejamos e sonhamos ir.
A força da fé, da vontade e do sonho farão o resto.
Tuesday, November 08, 2011
Arriscar é: aguentar
Já dizia a minha avó que o que nos cria é o amor.
Quando somos pequenos damos tanto trabalho que só o amor nos dá força para aguentar.
E o amor é mesmo para aguentar.
Se assim não fosse não valeria para grande coisa. Precisamos dele para aguentar
em qualquer relação marital ou fraternal.
É para tal que estamos na vida uns dos outros, para aguentar e sermos suporte.
Cuidado com as desistencias fáceis.
Não aguentamos isto ou aquilo e largamos...
Depois vamos aguentar coisas que são menos significativas para nós.
Por exemplo não se aguentam a esposa, o marido e os filhos próprios
mas depois vai-se aguentar os "filhos dos outros".
Dá que pensar...
Quando somos pequenos damos tanto trabalho que só o amor nos dá força para aguentar.
E o amor é mesmo para aguentar.
Se assim não fosse não valeria para grande coisa. Precisamos dele para aguentar
em qualquer relação marital ou fraternal.
É para tal que estamos na vida uns dos outros, para aguentar e sermos suporte.
Cuidado com as desistencias fáceis.
Não aguentamos isto ou aquilo e largamos...
Depois vamos aguentar coisas que são menos significativas para nós.
Por exemplo não se aguentam a esposa, o marido e os filhos próprios
mas depois vai-se aguentar os "filhos dos outros".
Dá que pensar...
Saturday, November 05, 2011
Arrisvar é: fermentar
O fermento sabemos que faz crescer.
Sendo uma pequena parte faz crescer o todo.
Há bom e mau fermento.
O fermento que nos faz crescer em humanidade
é essencial para o presente.
Já fomos longe mas agora é preciso ir mais profundo.
Ao centro da alma onde Deus nos revelará toda a grandeza da vida.
Depois é pegar nesse pequeno fermento e deixar que ele nos faça crescer até
à nossa máxima estatura.
Sendo uma pequena parte faz crescer o todo.
Há bom e mau fermento.
O fermento que nos faz crescer em humanidade
é essencial para o presente.
Já fomos longe mas agora é preciso ir mais profundo.
Ao centro da alma onde Deus nos revelará toda a grandeza da vida.
Depois é pegar nesse pequeno fermento e deixar que ele nos faça crescer até
à nossa máxima estatura.
Friday, November 04, 2011
Arriscar é: retorno
Se alguém fez algo de bonito, bom ou importante para ti ou outro e que tenhas reparado
não deixes de dar o retorno disso ao próprio.
Sentirá que vale a pena e irá gostar de repetir.
não deixes de dar o retorno disso ao próprio.
Sentirá que vale a pena e irá gostar de repetir.
Thursday, November 03, 2011
Arricar é: definir coordenadas
A nossa identidade é um conjuno de várias dimensões que nos constituiem.
Somos humanos. Homem ou mulher. Neste tempo e espaço.
Muito do que nos define não escolhemos. Contudo, exise o campo do que queremos ser.
É aqui que somos os protagonistas principais da nossa história de vida.
Em tempos de alguma indefinição cabe-nos tomar as rédeas das coordenadas
que queremos seguir. Uma boa definição destas e afinação é meio caminho andado para
uma vida com sentido.
Ao caminho!
Somos humanos. Homem ou mulher. Neste tempo e espaço.
Muito do que nos define não escolhemos. Contudo, exise o campo do que queremos ser.
É aqui que somos os protagonistas principais da nossa história de vida.
Em tempos de alguma indefinição cabe-nos tomar as rédeas das coordenadas
que queremos seguir. Uma boa definição destas e afinação é meio caminho andado para
uma vida com sentido.
Ao caminho!
Wednesday, November 02, 2011
Arriscar é: ressuscitar
Se o esquecimento mata, o lembrar ressuscita.
Lembremos e recordemos.
(dia 2 novembro 2011, dia Fieis defuntos)
Lembremos e recordemos.
(dia 2 novembro 2011, dia Fieis defuntos)
Monday, October 31, 2011
Arrisca é: contemplar
De todo o tempo gasto, hoje, pouco é com a contemplação.
A pessoa humana não deve perder a capacidade de contemplar,
admirar, gostar.
Contemplar é gratuito mas essencial para uma vida plena.
Faz-se muita coisa mas não se chega a tomar o gosto a nada
pois não há tempo para contemplar.
A pessoa humana não deve perder a capacidade de contemplar,
admirar, gostar.
Contemplar é gratuito mas essencial para uma vida plena.
Faz-se muita coisa mas não se chega a tomar o gosto a nada
pois não há tempo para contemplar.
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Arriscar é: provar o amor
Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!
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Andamos a tornar dividida toda a realidade a começar por nós mesmos. Para além dos extremos andamos a tomar demasiadamente a parte pelo tod...
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