Tuesday, August 18, 2015

Arriscar é: pureza

Dar tempo a trabalhar a pureza de coração
deverá ser a tarefa mais significativa das nossas vidas.
Depois qualquer terapia fará sentido e dará resultado.
Esta pureza permite-nos ver o bom, o belo e a verdade.
Na sua ausência dos nossos corações só nos será possível
ver o que é mau, feio e mentira. 
E não é que às vezes também deixamos de gostar de tudo...
Também a impureza nos conduz a esse estado de esquisitice.

Sunday, August 02, 2015

Arriscar é: biografia

Em tempo de verão a leitura pode ser mais diversificada.
Uma das boas sugestões é a vida dos santos.
Uma boa biografia desafia, entusiasma e inspira.
Grandes heróis da humanidade que nos enchem de esperança na pessoa humana.

Tuesday, July 07, 2015

Arriscar é: 500 anos

“Nada te turbe.
Nada te espante.
Tudo passa.
Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem a Deus tem, nada lhe falta.
Só Deus basta!" 

 

Santa Teresa de Jesus

Monday, June 22, 2015

Arriscar é: acreditar no passado

Com tantos profetas da desgraça, letrados e não letrados,
mais vale acreditar no passado e na sua sabedoria.
Por tudo se conjectura numa onda de medo.
Será que é só essa a forma de nos fazer avançar?
Quero seguir adiante com aquilo que a vivência de tantos no passado
nos legou.

Thursday, June 18, 2015

Arriscar é: a Igreja de Francisco de Jesus

A Igreja com que Francisco sonha

Como Francisco de Assis, o que o Papa Francisco encontrou foi uma Igreja em ruínas. Daí, o seu empenho, sem hesitações, na sua transformação e conversão.

O teólogo Agenor Brighenti acaba de apresentar preocupações e modelos fundamentais, em ordem a uma mudança radical, citando Francisco.

1. "De uma Igreja autorreferencial a uma Igreja nas periferias". É essencial pôr termo a uma Igreja autocentrada e, por isso, da exclusão, para passar a uma Igreja que acolhe os que se encontram marginalizados nas periferias: os considerados perdidos, os que pensam de outro modo, longe das certezas eclesiásticas, os das periferias da dor, das injustiças, da miséria, os pobres e analfabetos, os sem--abrigo, os presos, os drogados, os homossexuais, as famílias monoparentais, os recasados que não podem comungar, os padres casados, e tantos tantos outros...

2. "De uma Igreja-alfândega a uma Igreja samaritana". Francisco insiste numa Igreja da "revolução da ternura". "Vejo a Igreja como um hospital de campanha depois de uma batalha. É preciso curar as feridas; depois, falaremos do resto." Daí, a urgência de uma Igreja-mãe, samaritana, "capaz de redescobrir as entranhas maternas da misericórdia. Sem a misericórdia, pouco pode fazer para inserir-se num mundo de "feridos", que precisam de compreensão, perdão e amor".

3. "De uma Igreja de prestígio e poder a uma Igreja pobre e para os pobres". "Ah, como quereria uma Igreja pobre e para os pobres!", disse na inauguração do seu pontificado. E dá o exemplo. Numa entrevista: "Os chefes da Igreja, em geral, foram narcisistas, adulados e exaltados pelos seus cortesãos. A corte é a lepra do papado." Conhece bem a admoestação célebre de São Bernardo ao papa Eugénio III: "Não te esqueças de que és sucessor de um pescador e não do imperador Constantino." Por isso, repete constantemente que a Igreja "não pode afastar-se da simplicidade". "Nalguns há um cuidado ostensivo da liturgia, da doutrina e do prestígio da Igreja, sem se preocuparem com que o Evangelho tenha uma real inserção no povo fiel de Deus e nas necessidades concretas da história. Desse modo, a vida da Igreja converte-se numa peça de museu ou numa posse de poucos." Não ignorando a advertência do bispo Casaldáliga, "só há dois absolutos: Deus e a fome", a sua preocupação primeira não é a doutrina e a imagem pública da Igreja, mas o sofrimento e a causa dos pobres no mundo. Afinal, "a realidade entende-se melhor a partir da periferia do que a partir do centro", avisa.

4. "De uma Igreja milagreira e providencialista a uma Igreja profética". Denuncia "a cultura do descarte. Não se pode descartar ninguém" nem cair na "globalização da indiferença". Concretiza: "Hoje temos de dizer "não" a uma economia da exclusão e da iniquidade. Essa economia mata. É inaceitável que não seja notícia um ancião que morre de frio na rua, mas que o seja uma queda de dois pontos na Bolsa." "Enquanto os lucros de alguns crescem exponencialmente, os da maioria ficam cada vez mais longe do bem-estar dessa minoria feliz. Este desequilíbrio provém de ideologias que defendem a autonomia absoluta dos mercados e a especulação financeira. Daí que neguem o direito de controlo dos Estados de velar pelo bem comum. Instaura-se uma nova tirania invisível." Assim, "o futuro exige hoje a tarefa de reabilitar a política, que é uma das formas mais altas da caridade".

5. "De uma Igreja encerrada na sacristia a uma Igreja acidentada por sair à rua". Claro que a uma Igreja que sai à rua pode acontecer o que acontece a qualquer um: um acidente. "Mas quero dizer francamente: prefiro mil vezes uma Igreja acidentada a uma Igreja doente. A doença maior da Igreja fechada é a doença autorreferencial: ver-se a si mesma, curvada sobre si própria." Daí, a tarefa constitutiva da "missionariedade", do ecumenismo e do diálogo inter-religioso.

6. "De uma Igreja centralista a uma Igreja de Igrejas locais". É necessário superar o modelo centralizado de Igreja, a começar pela Cúria, que urge reformar radicalmente, para ser organismo de ajuda e não de censura - "impressiona ver as denúncias de falta de ortodoxia que chegam a Roma", adverte.

7. "De uma Igreja clerical a uma Igreja toda ela ministerial". A descentralização deve estar presente em todas as instâncias da Igreja e opõe-se ao clericalismo: este "não tem nada a ver com o cristianismo. Quando tenho diante de mim um clerical, instintivamente transformo-me num anticlerical". Se a Igreja é o Povo de Deus, todos têm de participar. Que lugar para os leigos e para as mulheres?

8. "De uma Igreja governada por bispos-príncipes a uma Igreja de pastores", que caminham "com e no seu rebanho". Evitai, diz aos bispos, "o escândalo de ser bispos de aeroporto".

O que mais impressiona, digo eu, é que o que Francisco sonha, quer e faz seja considerado extraordinário, quando deveria ser pura e simplesmente o normal.

DN 13JUN2015


ANSELMO BORGES, padre e professor de Filosofia

Arriscar é: fazer o ninho

Há uma expressão que, na minha língua, tem um sentido dúbio:
"fazer o ninho a alguém".
Creio que pode ser contrariado este sentido com o local onde fazemos esse ninho.
S. Boaventura diz:
"Assim como a pomba faz o seu ninho na fenda do rochedo, assim o cristão deve fazer o seu ninho na fenda aberta do Coração de Jesus!"
Esse é a rocha forte, segura e protegida!
Aí sim façamos o nosso ninho e o ninho de quem quisermos.

Friday, June 05, 2015

Arriscar é: Família 10

A psicanálise de família, de casal e de grupo levou autores contemporâneos a descobertas que ampliam as teorias concebidas a respeito do funcionamento de um aparelho psíquico individual. Assim, compreende-se que "não existe apenas a realidade forjada pelas fantasias inconscientes e a vida pulsional, mas que há outra, a que se cria a cada encontro entre dois ou mais sujeitos".

A noção de vínculo, tardia na teoria psicanalítica, distingue-se da noção de representação e relação de objeto. Surgiu pela necessidade de pensar o sujeito do inconsciente como sujeito da herança e da crescente importância de considerar o intersubjetivo na constituição do indivíduo, no seio de suas relações familiares.

Thursday, June 04, 2015

Arriscar é: Família 9

Procurando compreender o ciúme presente nas relações amorosas contemporâneas, salienta-se que, em função da experiência amorosa se ver marcada atualmente por intensa transitoriedade, flexibilidade e abertura, o ciúme extremo pode-se revelar como um resultado possível diante de um grande sofrimento que toda essa instabilidade provoca. As ambiguidades da vida contemporânea, enraizadas num contexto de incertezas, potencializam a abertura de um espaço propício aos comportamentos de extremismos, como o consumo de drogas, ligações com bandos e seitas, ou como é o caso do ciúme de caráter mais extremo, que "podem parecer a melhor defesa, ou, pelo menos, a mais viável delas."
Deduz-se, portanto, que o ciúme representa hoje uma das tentativas de controle da vida, "dolorosamente buscado para o gerenciamento da nova condição da experiência amorosa nos nossos dias". Diante de tudo, podemos perceber que a vida em casal na atualidade contempla algumas especificidades que trazem para a relação amorosa mais desafios do que no passado, tomando como base para este raciocínio, principalmente, a ideia de que a manutenção de um vínculo amoroso hoje depende do investimento de ambos da díade, de processos de confiança ativa e de diálogo. Assim, o objetivo do presente texto é trazer uma contribuição da psicanálise para a compreensão da dinâmica conjugal, abrangendo a sua instância inconsciente, para pensar a administração das dificuldades e conflitos que regem a vida em casal, principalmente em tempos contemporâneos.

Wednesday, May 27, 2015

Arriscar é: Família 8

A condição de aceleração do tempo, de alargamento de espaço e movimentação humana sem precedentes é impeditiva de vinculações psicossociais estáveis e prolongadas, em todos os planos da vida. A era da "instantaneidade", em que tudo funciona 24 horas por dia, propõe uma vida em que não se torna necessário postergar nenhum desejo ou necessidade, afastando o "fantasma da frustração". "Dentro do referencial psicanalítico, entenderíamos essa condição como de soberania do processo primário sobre o secundário, tal como funciona o bebé ao exigir o pronto atendimento e a satisfação das suas necessidades e desejos". Entende-se ainda, que o consumismo favorece uma disponibilização psicológica para o descarte, incluindo o de pessoas, moldando uma nova forma de relacionamento pautado pela efemeridade e o imediatismo. Em última instância, "trata-se, portanto, de um mundo que não favorece a aproximação entre as pessoas, a criação de vínculos duradouros, o associativismo e a grupalização".

Arriscar é: quase bom

Os juizos precipitados impedem-nos de ver
o fim das coisas.
Muitas delas são difiveis, dolorosas e por vezes até as
classificamos de más.
Contudo, a mesma coisa, lugar ou circunstância mais adiante
torna-se o contrário.
Desde a morte da semente até ao inverno a própria natureza nos ensina
a saber esperar ora o verão ora a flor.

Thursday, April 30, 2015

Arriscar é: família 7

Amar dá trabalho. E o ganho pode parecer pouco – especialmente quando se vive num mundo como o nosso, que nos cobra a busca por um fictício estado prazeroso ininterrupto. O ganho, que não está previsto nessa conta que soma êxtases, é aquele que não se percebe de imediato: as transformações do eu na experiência da intersubjetividade. Aqui se inclui a relação de amizade e interajuda.

Friday, April 24, 2015

Arriscar é: família 6

Uma relação amorosa duradoura depende, depois de passado o estado de apaixonamento, da disponibilidade psíquica de reconhecer o outro, sua alteridade, e que esse processo pode estar a tornar-se dificil numa "Cultura Narcísica". A experiência do encontro amoroso associa-se a uma subjetividade construída nas bases "de um eu que passou pela fase do narcisismo primário, dele saiu competente para a experiência da alteridade, e que se mantém e se reforça durante a vida numa cultura que lhe ofereça modelos de sustentação da intersubjetividade". Contudo, a cultura contemporânea, "reproduz conceitos e práticas que não sustentam a alteridade, e constantemente devolvem o sujeito para o miolo de si mesmo quando este procura referências fora de si, na experiência coletiva". Assim, na atualidade, é a possibilidade do encontro intersubjetivo que está em jogo. As pessoas agrupam-se para trabalhar, para estudar, para ganhar dinheiro, mas isso não necessariamente se caracteriza como um encontro intersubjetivo, porque na nossa sociedade, como efeito das condições de existência, cada um está mais interessado em falar de si do que ouvir o outro. "Falta disposição interna para escutar, refletir, construir junto um pensamento compartilhado, produto de um encontro". Optar por ficar só é uma saída, quando se percebe que o amor de "boa qualidade", o "amor de verdade" exige tempo e grande disponibilidade.

Wednesday, April 22, 2015

Arriscar é: ser mártir

Ser mártir é entregar a sua vida dando testemunho do nosso amor.
Por quem tu és Mártir?

Tuesday, April 21, 2015

Arriscar é: coerência

Há na nossa vida uma forte ligação ao sentido da coerência.
Se nos dizem: "és assim..." temos uma tendência em seguir essa classificação.
E mantemos a coerência com o que nos dizem.
Podemos perceber a importância do que afirmamos em relação ao ser do outro.
Se elevarmos a fasquia ele poderá subir na qualificação do seu ser.
Se baixarmos ele quererá, coerentemente, corresponder a tal.

Wednesday, April 15, 2015

Arriscar é: família 5

A instabilidade dos contratos que regem a vida contemporânea afeta a estabilidade dos vínculos, porque interfere na esperança dos parceiros de se manterem sempre unidos, como se pensava antigamente, já que o sentimento de vulnerabilidade narcísica decorrente desta instabilidade interfere na capacidade de mediação dos conflitos e de aceitação das próprias faltas. Ou seja, como o vínculo amoroso implica no estabelecimento de um contrato em que há um investimento narcísico, a incerteza quanto ao futuro deste investimento influencia na disponibilidade dos parceiros quanto às tentativas de resolução de conflitos inerentes do vínculo. Diante da ausência de contratos sólidos sustentando a formação dos vínculos, serão cada vez mais os próprios parceiros os responsáveis pela manutenção do vínculo, porque as condições de vida contemporânea convidam os membros da união para um tipo de pensamento não-linear e bastante complexo, envolvendo riscos altos, o que dificulta a manutenção do contrato.

Arriscar é: família 4

Apesar da contribuição inegável da presença dos valores democráticos na organização dos vínculos amorosos hoje em dia, também é preciso reconhecer o lado desta liberdade que aponta para um desafio. Na contemporaneidade os vínculos encontram-se mais preenchidos por valores passíveis de serem questionados e requestionados pelos seus membros, o que se reverte em insegurança. Trata-se de um paradoxo e da complexidade a que estamos expostos hoje em dia.
Se antigamente os vínculos eram mais estáveis, eram igualmente pouco abertos para o diálogo: os conflitos existiam, mas dificilmente podiam ser questionados/conversados. Atualmente, com o advento do "relacionamento puro", valorizamos a igualdade de direitos e de responsabilidade, o respeito mútuo e a presença do diálogo aberto no vínculo, embora aparentemente as condições de mantê-lo sejam mais frágeis.

Thursday, April 09, 2015

Arriscar é: família 3

Tendendo a ser a forma predominante de convívio humano, o "relacionamento puro" é o que se construiu como efeito dos fenómenos sócio-culturais e económicos de nossa era. Nesse tipo de relacionamento entra-se pelo que se pode ganhar, de acordo com o grau de satisfação que pode obter, pois é "baseado na comunicação emocional, em que as recompensas derivadas de tal comunicação são a principal base para a continuação do relacionamento", e não mais as normas rígidas tradicionais. É essa liberdade em torno da sua construção e a necessidade de estar em permanente construção, que o leva a ser caracterizado como aquele que pode ser rompido por qualquer um dos parceiros, a qualquer tempo.


Algumas características específicas fazem o "relacionamento puro" distanciar-se do padrão de relacionamento do tipo tradicional: depende de processos de confiança ativa (abertura de si mesmo para o outro), da franqueza, como condição básica para a intimidade, e da democracia. Um bom relacionamento realmente é aquele que se estabelece entre iguais, em que cada parte tem seus direitos e obrigações. É dessa forma que se compreende que os relacionamentos na atualidade seguem os valores da política democrática: igualdade de direitos e de responsabilidade; o respeito mútuo; a presença do diálogo aberto como uma propriedade essencial da democracia; e a ausência de poder autoritário. Por isso, considera-se realmente que se esses princípios forem aplicados aos relacionamentos, pode-se pensar  numa "democracia das emoções na vida quotidiana", e que esse tipo de democracia lhe parece tão importante quanto a democracia pública para o aperfeiçoamento da qualidade das nossas vidas.

Wednesday, April 08, 2015

Arriscar é: família 2

"São diversos os autores que entendem que as mudanças de configurações nos vínculos se depreendem de um cenário sociocultural e económico marcado pela efemeridade, pelas incertezas e por toda sorte de descompromissos diante do declínio dos valores tradicionais e das instituições que neles estavam apoiadas

Na "modernidade líquida", como denomina a contemporaneidade, os elos que entrelaçavam as escolhas individuais em projetos e ações coletivas se desmancharam, e o compromisso, a honestidade e todo tipo de valor fundamentado na honra e na solidez dos relacionamentos, hoje, são vistos como "armadilhas" que se procura a todo custo evitar".

Arriscar é: VIP

"A polémica estalou com estrondo. "Ele tem uma lista VIP!" - disse alguém - "sei de fonte segura". "Não pode ser! Seria discriminação! Então não somos todos iguais…?!" - ripostaram uns, indignados. "E nós que andamos sempre com ele, estamos incluídos na lista ou não?!" - reivindicaram outros. "Pois, não percebemos bem" - tentou explicar um deles. "A verdade é que, certa vez, discutíamos quem seria o primeiro entre nós - apresentámos critérios, considerámos posições, ouvimo-nos uns aos outros - ele interrompeu e disse…". "Como é que ele disse…?" - estacou, aflito. O amigo ajudou: "hmm… acho que foi mais ou menos isto: «se alguém quiser ser o primeiro, será o último e o servo de todos»". "Pois foi. E lembras-te quando chamou um menino e disse…". "Como é que ele disse…?" - estacou, de novo, aflito. O amigo ajudou: "hmm… «aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus»?". "Pois foi. E houve mais uma série de vezes em que nos lembrava que os publicanos e as meretrizes entrariam à nossa frente no Reino dos Céus!". "Um escândalo, essa lista VIP" - murmuram alguns. 

"Sim, mas querem saber toda a verdade? Ainda não sabem da melhor: houve um momento em que finalmente soubemos de alguém que tinha lugar assegurado na lista VIP de Jesus". "Então, quem era?!...". O suspense calou a multidão. "Foi no fatídico dia. Havia dois ladrõezecos pendurados na cruz, à espera que a morte chegasse. Um de cada lado do Senhor. Enquanto um insultava Jesus, o outro, voltou-se para ele e disse-lhe: «Jesus, lembra-te de mim, quando vieres com o teu Reino». E o Senhor respondeu: «hoje estarás comigo no Paraíso». E foi o que bastou para entrar directamente para a Lista VIP". A multidão, ao ouvir isto, ficou desconcertada: nunca ouvira falar de uma lista feita com critérios tão peculiares.

E pronto: aqui está o que se sabe sobre a lista VIP de Jesus: dela consta um só nome; e é o nome de um ladrão. O que Jesus tenha visto naquele homem, que o venha a encontrar - na máxima expressão - em cada um de nós!"

João Delicado

Thursday, April 02, 2015

Arriscar é: milagre de amor

Votos de Santa Páscoa para todos.
Lembro a riqueza que se faz pobreza para nos enriquecer.
Seja por aqui o Caminho a seguir com os nossos!
P. Carlos
 
 
"Que bom te receber no meu coração
Te tocar
Ter te em minhas mãos
Com carinho te acolher
E contigo ser um só

Ter contigo uma perfeita comunhão
Corpo e sangue vinho e pão
Milagre de amor
Fonte de vida

Ó meu Jesus eucaristia
Eu te recebo em comunhão
Pois mesmo sem que eu mereça
Vens fazer morada no meu coração

Eu te adoro meu Jesus
Doce mistério no meu coração
Como um Deus tão grande e soberano
Se faz pequeno em um pedaço de pão
Só por amor"



Link: http://www.vagalume.com.br/juliana-de-paula/milagre-de-amor.html#ixzz3W9k7uKWt

Arriscar é: provar o amor

Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!