Muitos e muitas vezes estamos tão autocentrados que não avançamos.
E quem anda sempre à roda de si mesmo não avança.
Está sempre no mesmo sítio.
Assim é quando tudo começa e acaba em si próprio.
Para se avançar é preciso ter uma meta definida.
Pode avançar-se muito ou pouco. Para fora e para dentro, mas buscando a plenitude.
E essa é absolutamente transcendente.
Se tivesse apenas a nossa medida seria pouco.
Contudo ela chama-nos a mais.
A superarmo-nos.
Começar é tarefa da nossa vontade
e tem que ter hora marcada, mas acabar
é algo que não podemos querer determinar ou decidir.
É do domínio do mais e do Além.
Friday, March 30, 2007
Wednesday, March 28, 2007
Arriscar é: ouvir
Está aí alguém?... (grita o bebé)
Que me diga onde param os que por Amor
Me quiseram e por amor me deixaram aqui…
Está aí alguém?... (grita a criança)
Que me diga quem é meu pai.
Está aí alguém?... (grita o jovem)
Que me diga que saída tenho.
Está aí alguém?... (grita o novo casal)
Que nos diga como vai ser.
Está aí alguém?... (gritam os pais dedicados)
Que nos diga onde erramos.
Está aí alguém?... (grita o idoso)
Que olhe por mim, por favor.
… … … … … … … … …
Está aí alguém?... (grito eu)
Que esteja a ouvir o mesmo que eu.
Que me diga onde param os que por Amor
Me quiseram e por amor me deixaram aqui…
Está aí alguém?... (grita a criança)
Que me diga quem é meu pai.
Está aí alguém?... (grita o jovem)
Que me diga que saída tenho.
Está aí alguém?... (grita o novo casal)
Que nos diga como vai ser.
Está aí alguém?... (gritam os pais dedicados)
Que nos diga onde erramos.
Está aí alguém?... (grita o idoso)
Que olhe por mim, por favor.
… … … … … … … … …
Está aí alguém?... (grito eu)
Que esteja a ouvir o mesmo que eu.
Tuesday, March 27, 2007
Arriscar é: alimentar a chama
A vida é uma chama.
Quando somos gerados essa chama é acesa.
Quando somos pequenos são os mais velhos que a cuidam, a alimentam, a protegem.
Nessa etapa a nossa responsabilidade é reduzida.
Com o nosso crescimento ela vai aumentando.
E vamo-nos comprometendo cada vez mais…
Aqui alto!
Este compromisso é antes de tudo o olharmos por nós.
Somos cada vez mais responsáveis pela nossa chama. Não devemos esquecer isto.
Somos quem deve ser o primeiro a cuidar dessa chama.
Cuida-se disto, daquilo, deste, daquele…
Mas a tua chama deve ser uma especial atenção da tua pessoa.
Descobre-te. Conhece-te. Estima-te. Defende-te.
Alimenta-te e depois brilha. Irradia.
E é o Amor que melhor alimenta a chama e a sacia.
Quando somos gerados essa chama é acesa.
Quando somos pequenos são os mais velhos que a cuidam, a alimentam, a protegem.
Nessa etapa a nossa responsabilidade é reduzida.
Com o nosso crescimento ela vai aumentando.
E vamo-nos comprometendo cada vez mais…
Aqui alto!
Este compromisso é antes de tudo o olharmos por nós.
Somos cada vez mais responsáveis pela nossa chama. Não devemos esquecer isto.
Somos quem deve ser o primeiro a cuidar dessa chama.
Cuida-se disto, daquilo, deste, daquele…
Mas a tua chama deve ser uma especial atenção da tua pessoa.
Descobre-te. Conhece-te. Estima-te. Defende-te.
Alimenta-te e depois brilha. Irradia.
E é o Amor que melhor alimenta a chama e a sacia.
Monday, March 12, 2007
Arriscar é: acreditar na conversão
A Páscoa é um momento formado e preparado por muitos momentos.
A Páscoa é um estado ou atitude de vida.
A Páscoa não é mas é-se.
Daqui se afirme que Cristo é a nossa Páscoa.
A Páscoa não se diz, no minimo Ela vê-se,
testemunha-se e acredita-se.
Em Páscoa surgimos e estamos ou então morremos...definitivamente.
O mais importante é entrarmos nessa dimensão.
É mesmo outra dimensão.
Não dá só porque se ouviu falar e então se fala. É VIDA.
Vida toda inteira, vivida aqui tão intensamente
que até parece que não somos de cá.
Estranham-nos a Paz e a inquietação.
O silêncio e a palavra.
A liberdade na multidão e na solidão.
A simplicidade e a majestade.
Sede uma Páscoa feliz para todos.
A Páscoa é um estado ou atitude de vida.
A Páscoa não é mas é-se.
Daqui se afirme que Cristo é a nossa Páscoa.
A Páscoa não se diz, no minimo Ela vê-se,
testemunha-se e acredita-se.
Em Páscoa surgimos e estamos ou então morremos...definitivamente.
O mais importante é entrarmos nessa dimensão.
É mesmo outra dimensão.
Não dá só porque se ouviu falar e então se fala. É VIDA.
Vida toda inteira, vivida aqui tão intensamente
que até parece que não somos de cá.
Estranham-nos a Paz e a inquietação.
O silêncio e a palavra.
A liberdade na multidão e na solidão.
A simplicidade e a majestade.
Sede uma Páscoa feliz para todos.
Friday, March 09, 2007
Arriscar é: deixar Deus entrar
É vulgar a nossa falta de critério no que respeita
ao que nos entra pelos olhos e pelos ouvidos.
Somos permissivos a toda a espécie de porcarias
que nos querem impingir.
Às vezes até somos nós que buscamos a banalidade,
o corriqueiro e todo o género de coisas superficiais
para ocupar e encher o nosso interior.
Porquê tanta permeabilidade ao que só quer usar-nos e ao sem valor?
E porquê tanta resistência a Deus e á Sua proposta de Vida?
Procuremos mais a Deus e o que é claramente Dele.
Deixemos que entre O que nos eleva
para a plenitude da nossa dignidade,
e não o que nos desfigura e rebaixa.
Deixemos entrar O que disse e fez,
O que deu a Vida por nós.
ao que nos entra pelos olhos e pelos ouvidos.
Somos permissivos a toda a espécie de porcarias
que nos querem impingir.
Às vezes até somos nós que buscamos a banalidade,
o corriqueiro e todo o género de coisas superficiais
para ocupar e encher o nosso interior.
Porquê tanta permeabilidade ao que só quer usar-nos e ao sem valor?
E porquê tanta resistência a Deus e á Sua proposta de Vida?
Procuremos mais a Deus e o que é claramente Dele.
Deixemos que entre O que nos eleva
para a plenitude da nossa dignidade,
e não o que nos desfigura e rebaixa.
Deixemos entrar O que disse e fez,
O que deu a Vida por nós.
Friday, February 23, 2007
Arriscar é: gostar
O que dá gosto á vida é gostar.
Não gostar provoca o desgosto. Esvazia.
É preciso e importante fazer coisas com gosto.
Há coisas que nos sabem bem,
que tornam mais fácil o comer, o vestir, o conviver, o viver...
Mas o verdadeiro gosto está, no gosto que se dá ao que se é e faz.
Quando chegamos ao extremo de nada nos dar gosto há que recomeçar.
Recomeçar devagar a enamorarmo-nos pela vida e pelas coisas.
Gostar tem uma dose de química, mas tem muito de querer.
E educa-se o gosto.
É de invejar quem sabe gostar e quem tem um leque variado de gostos.
São os vários pólos de interesse que alargam a nossa dimensão humana
e a extensão da nossa vida.
E o mais que tudo é dizer ao outro que se gosta…
…enche e enche-nos!
Não gostar provoca o desgosto. Esvazia.
É preciso e importante fazer coisas com gosto.
Há coisas que nos sabem bem,
que tornam mais fácil o comer, o vestir, o conviver, o viver...
Mas o verdadeiro gosto está, no gosto que se dá ao que se é e faz.
Quando chegamos ao extremo de nada nos dar gosto há que recomeçar.
Recomeçar devagar a enamorarmo-nos pela vida e pelas coisas.
Gostar tem uma dose de química, mas tem muito de querer.
E educa-se o gosto.
É de invejar quem sabe gostar e quem tem um leque variado de gostos.
São os vários pólos de interesse que alargam a nossa dimensão humana
e a extensão da nossa vida.
E o mais que tudo é dizer ao outro que se gosta…
…enche e enche-nos!
Friday, February 16, 2007
Arriscar é: "ser moderno!?"
Para muitos o ser moderno
é sinónimo de ser evoluído.
Há quem goste de imitar os outros porque estão na moda,
mesmo que o que eles façam seja uma grande asneira.
Isto é assim desde a escola.
Admiram-se e seguem-se os “palhaços” e os rebeldes….
Mas ser fútil, materialista, egoísta, individualista,
“mal criado”, corrupto, infiel, insensato, insolente,
“do contra”, não é ser moderno.
Isso tudo é outra coisa…
Ser moderno é ser educado,
respeitador, solidário, equilibrado, ponderado,
cuidado, fraterno, simples, autentico.
Ser moderno é saber contar com tudo o que a vida
e o progresso nos proporcionam e torna-lo
uma mais valia para nós e para os outros
na construção de um mundo mais pacifico, justo e feliz.
é sinónimo de ser evoluído.
Há quem goste de imitar os outros porque estão na moda,
mesmo que o que eles façam seja uma grande asneira.
Isto é assim desde a escola.
Admiram-se e seguem-se os “palhaços” e os rebeldes….
Mas ser fútil, materialista, egoísta, individualista,
“mal criado”, corrupto, infiel, insensato, insolente,
“do contra”, não é ser moderno.
Isso tudo é outra coisa…
Ser moderno é ser educado,
respeitador, solidário, equilibrado, ponderado,
cuidado, fraterno, simples, autentico.
Ser moderno é saber contar com tudo o que a vida
e o progresso nos proporcionam e torna-lo
uma mais valia para nós e para os outros
na construção de um mundo mais pacifico, justo e feliz.
Friday, February 09, 2007
Arriscar é: educar
A natureza dá-nos muita coisa.
A hereditariedade acrescenta,
para bem ou para mal.
A educação é o esforço definitivo
para a construção da nossa felicidade.
É importante saber receber.
Receber os conteúdos, as informações,
os critérios, as metas,
para orientarmos toda a marcha do nosso viver.
Há muito de bonito na espontaneidade,
mas muitas das respostas positivas
aos desafios que a vida nos levanta
só se adquirem com a educação.
A educação pode ser a ferramenta preciosa
para construir pessoas e sociedades
verdadeiramente admiráveis e com futuro.
A hereditariedade acrescenta,
para bem ou para mal.
A educação é o esforço definitivo
para a construção da nossa felicidade.
É importante saber receber.
Receber os conteúdos, as informações,
os critérios, as metas,
para orientarmos toda a marcha do nosso viver.
Há muito de bonito na espontaneidade,
mas muitas das respostas positivas
aos desafios que a vida nos levanta
só se adquirem com a educação.
A educação pode ser a ferramenta preciosa
para construir pessoas e sociedades
verdadeiramente admiráveis e com futuro.
Wednesday, January 31, 2007
Arriscar é: "saber começar"
Começar tem arte.
Deve-se começar pelo princípio.
Há quem não o faça e corre sérios riscos
de não acabar bem.
Há quem tenha pressa em acabar
e passe tantas etapas que dão consistência ao que se faz.
Não começar pelo princípio
faz com que se chegue ao fim mais depressa
e a qualidade e o sabor de tudo fica reduzido.
Há que começar consciente dos limites e grandezas.
Há que começar com plena noção da tarefa que enfrentamos.
Há que começar mesmo com dúvidas e incertezas.
Sem se começar não se chega a lado nenhum.
Acreditar em nós e no que fazemos é condição para começar.
E há coisas que é melhor nem começar…
Deve-se começar pelo princípio.
Há quem não o faça e corre sérios riscos
de não acabar bem.
Há quem tenha pressa em acabar
e passe tantas etapas que dão consistência ao que se faz.
Não começar pelo princípio
faz com que se chegue ao fim mais depressa
e a qualidade e o sabor de tudo fica reduzido.
Há que começar consciente dos limites e grandezas.
Há que começar com plena noção da tarefa que enfrentamos.
Há que começar mesmo com dúvidas e incertezas.
Sem se começar não se chega a lado nenhum.
Acreditar em nós e no que fazemos é condição para começar.
E há coisas que é melhor nem começar…
Thursday, January 18, 2007
Arriscar é: deixar-se cuidar.
Que bom é termos quem goste de nós.
Por vezes somos difíceis…
Somos resistentes. Damos luta.
Pior é quando não respeitamos o amor
dos que nos querem bem.
É do mais ofensivo que se pode ver.
É sabedoria deixar-se cuidar.
É remédio para a solidão. Integra-nos.
Dá sentido á vida dos outros e à nossa.
Cria um lugar comum.
Quem já descobriu a riqueza de cuidar
entende do que escrevo.
Na relação, o equilíbrio faz-se no cuidar à vez.
Ora cuidas tu de mim, ora cuido eu de ti.
Quando se chega aí ouvimos:
“-Quando estou em baixo, ele puxa por mim.
Quando é ao contrário puxo eu por ele”.
Não pode ser sempre só um a cuidar
e o outro a ser cuidado.
O cuidador pode cansar-se e o que é cuidado
perder o seu lugar activo na relação
e esta deixar de fazer sentido.
Por vezes somos difíceis…
Somos resistentes. Damos luta.
Pior é quando não respeitamos o amor
dos que nos querem bem.
É do mais ofensivo que se pode ver.
É sabedoria deixar-se cuidar.
É remédio para a solidão. Integra-nos.
Dá sentido á vida dos outros e à nossa.
Cria um lugar comum.
Quem já descobriu a riqueza de cuidar
entende do que escrevo.
Na relação, o equilíbrio faz-se no cuidar à vez.
Ora cuidas tu de mim, ora cuido eu de ti.
Quando se chega aí ouvimos:
“-Quando estou em baixo, ele puxa por mim.
Quando é ao contrário puxo eu por ele”.
Não pode ser sempre só um a cuidar
e o outro a ser cuidado.
O cuidador pode cansar-se e o que é cuidado
perder o seu lugar activo na relação
e esta deixar de fazer sentido.
Thursday, January 11, 2007
Arriscar é: não ter medo de humilhar-se.
Humilhem-me quando não for humilde.
Com amor, mas humilhem-me.
Humilhem-me quando eu não quiser ter o meu filho,
por mil razões que eu tenha.
Humilhem-me quando eu me esquecer
das mulheres e homens
que desejariam estar em condição de ser humilhados
mas são esteréis e não podem gerar.
Humilhem-me quando eu puser mil condições
para ter o meu filho já gerado no meu ventre,
à frente dessa pequena vida
a que eu não dou hipóteses de ter condições.
Humilhem-me quando não tiver sido ou queira ser responsável.
Humilhem-me quando ouvir mais as vozes de morte dos outros
do que o bater do coraçãozito que trago dentro de mim.
Humilhem-me quando eu estiver cego
pelo meu presente profissional, social, ou estatuto,
pode ser que, se me humilharem a minha consciência
passe a ver e a dignidade da vida não se perca.
Com amor, mas humilhem-me.
Humilhem-me quando eu não quiser ter o meu filho,
por mil razões que eu tenha.
Humilhem-me quando eu me esquecer
das mulheres e homens
que desejariam estar em condição de ser humilhados
mas são esteréis e não podem gerar.
Humilhem-me quando eu puser mil condições
para ter o meu filho já gerado no meu ventre,
à frente dessa pequena vida
a que eu não dou hipóteses de ter condições.
Humilhem-me quando não tiver sido ou queira ser responsável.
Humilhem-me quando ouvir mais as vozes de morte dos outros
do que o bater do coraçãozito que trago dentro de mim.
Humilhem-me quando eu estiver cego
pelo meu presente profissional, social, ou estatuto,
pode ser que, se me humilharem a minha consciência
passe a ver e a dignidade da vida não se perca.
Saturday, December 30, 2006
Arriscar é: recomeçar
Oração de fim e início de ano
A nossa oração Senhor, não pode ser outra
senão acção de graças por quanto nos destes este ano:
amor e alegria, saúde e amizade, graça e perdão.
Nem sempre demos conta…
Obrigado por nunca teres permitido
que se acabasse o amor,
não o que temos para receber
mas o que temos para dar.
Comprovamos que o teu amor
ultrapassou as nossas expectativas;
E de novo o nascimento do teu Filho Jesus
Enche o vazio das nossas vidas pequenas e estéreis.
Hoje recomendamos-te todos os que amamos
E os que trabalham pela paz e pelo bem dos outros.
Ensina-nos a ter um coração atento, sensato e agradecido.
Enche-nos de TI.
Ámen.
A nossa oração Senhor, não pode ser outra
senão acção de graças por quanto nos destes este ano:
amor e alegria, saúde e amizade, graça e perdão.
Nem sempre demos conta…
Obrigado por nunca teres permitido
que se acabasse o amor,
não o que temos para receber
mas o que temos para dar.
Comprovamos que o teu amor
ultrapassou as nossas expectativas;
E de novo o nascimento do teu Filho Jesus
Enche o vazio das nossas vidas pequenas e estéreis.
Hoje recomendamos-te todos os que amamos
E os que trabalham pela paz e pelo bem dos outros.
Ensina-nos a ter um coração atento, sensato e agradecido.
Enche-nos de TI.
Ámen.
Friday, December 22, 2006
Arriscar é: Optar sempre pela vida
O aborto “é o assassinato no ventre…
Uma criança é um presente de Deus.
Se não a quiser, dê-a a mim”
“A maior destruição da paz é o aborto,
pois se a mãe pode matar a sua própria criança,
o que impede que eu a mate a você
e de você me matar a mim?
Não há nada que impeça”.
“É uma pobreza decidir que uma criança
deve morrer
para que você possa viver como deseja”.
Beata Teresa de Calcutá e eu.
Uma criança é um presente de Deus.
Se não a quiser, dê-a a mim”
“A maior destruição da paz é o aborto,
pois se a mãe pode matar a sua própria criança,
o que impede que eu a mate a você
e de você me matar a mim?
Não há nada que impeça”.
“É uma pobreza decidir que uma criança
deve morrer
para que você possa viver como deseja”.
Beata Teresa de Calcutá e eu.
Wednesday, December 13, 2006
Arriscar é: escrever.
Hoje sabemos muitas coisas porque alguém arriscou escrever.
Escreveu a História e as histórias.
Escrevamos!
A escrita revela o nosso ser e leva-o através dos tempos e espaços.
A escrita gera uma corrente de vida.
A escrita sela uniões e pactos.
A escrita dá mais força a algo.
A escrita de um amigo encurta distâncias,
enche os olhos de lágrimas, o rosto de sorrisos,
o coração de esperança, mata as saudades.
A escrita de um amigo à mão, com erros,
com riscos...
enche a vida de vida!
P.S. É Natal quando me escrevem.
(P. Carlos Azevedo
Hospital D. Estefânia
Capelania
Rua Jacinta Marto
1169-045 Lisboa)
Escreveu a História e as histórias.
Escrevamos!
A escrita revela o nosso ser e leva-o através dos tempos e espaços.
A escrita gera uma corrente de vida.
A escrita sela uniões e pactos.
A escrita dá mais força a algo.
A escrita de um amigo encurta distâncias,
enche os olhos de lágrimas, o rosto de sorrisos,
o coração de esperança, mata as saudades.
A escrita de um amigo à mão, com erros,
com riscos...
enche a vida de vida!
P.S. É Natal quando me escrevem.
(P. Carlos Azevedo
Hospital D. Estefânia
Capelania
Rua Jacinta Marto
1169-045 Lisboa)
Wednesday, December 06, 2006
Arriscar é: parar
É preciso parar.
Parar para pensar, para agir e não reagir.
Parar para compreender o mais possivel.
Parar para ver e deixar-se ver.
Parar para amar e se amar.
Parar de culpar e culpar-se.
Parar de queixar-se e não fazer o que lhe compete.
Parar para ouvir até ao fim.
Parar para tomar o gosto.
Parar para receber, dar e agradecer bem.
Parar para aprender de uma vez por todas.
Parar para olhar para mim, para ti, por mim, por ti.
Parar para descarregar e para encher.
Parar para definir convenientemente.
Parar para avaliar e crescer.
Parar para falar com Deus e ouvi-LO.
Parar para que o outro passe.
Parar para que a vida nos possa apanhar.
Parar para pensar, para agir e não reagir.
Parar para compreender o mais possivel.
Parar para ver e deixar-se ver.
Parar para amar e se amar.
Parar de culpar e culpar-se.
Parar de queixar-se e não fazer o que lhe compete.
Parar para ouvir até ao fim.
Parar para tomar o gosto.
Parar para receber, dar e agradecer bem.
Parar para aprender de uma vez por todas.
Parar para olhar para mim, para ti, por mim, por ti.
Parar para descarregar e para encher.
Parar para definir convenientemente.
Parar para avaliar e crescer.
Parar para falar com Deus e ouvi-LO.
Parar para que o outro passe.
Parar para que a vida nos possa apanhar.
Monday, November 27, 2006
Arriscar é: querer não perder.
Nunca o mundo conheceu um tempo
tão bom.
Falta tão pouco...
Tão pouco para tantos, muitos mais,
quase todos serem felizes.
Faltará o que depende de Deus?
Não creio.
Falta, e isso sei com toda a certeza,
o que depende de mim e de ti.
É o respeito por mim, por ti
e pela terra que nos alberga.
É a partilha da riqueza,
da sabedoria, das possibilidades,
da esperança, da fé, do amor...
É preciso chamar as consciências pessoais
a entrar para dentro.
Convidar ao recolhimento
com a verdade e dignidade da pessoa humana.
Assim, podemos não perder o já conquistado
e assumir o desafio de ir mais longe
não nos magoando nem magoando.
tão bom.
Falta tão pouco...
Tão pouco para tantos, muitos mais,
quase todos serem felizes.
Faltará o que depende de Deus?
Não creio.
Falta, e isso sei com toda a certeza,
o que depende de mim e de ti.
É o respeito por mim, por ti
e pela terra que nos alberga.
É a partilha da riqueza,
da sabedoria, das possibilidades,
da esperança, da fé, do amor...
É preciso chamar as consciências pessoais
a entrar para dentro.
Convidar ao recolhimento
com a verdade e dignidade da pessoa humana.
Assim, podemos não perder o já conquistado
e assumir o desafio de ir mais longe
não nos magoando nem magoando.
Monday, November 20, 2006
Arriscar: é denunciar.
Denunciar o desperdício
De tanta vida.
De tantas vidas tão jovens ainda.
Desperdício atrás de aparências de vida,
de “curtes”, de copos, de “nights”, de “fashion”…
Não vale tudo.
Prestem atenção á voz dos que sofrem
a vossa ausência, a vossa degradação,
o vosso desrespeito, a vossa insolência,
o vosso desperdício de tanto
quando a tantos daria tanto jeito,
ter e ser o que sois.
Como renderiam as suas vidas…
Denunciar os sorrisos, os abraços,
os “amo-te”, os “fazes-me falta”,
as intimidades, as solidariedades
as empatias…o melhor que ficam
por dar.
Denunciar o que não se faz
mas devia-se…
Denunciar que o bom e o belo
não podem ter limite!
Tuesday, November 07, 2006
Arriscar é: anúnciar
É preciso anunciar!
Anunciar o que é!
O que é mesmo.
Não o que parece ser.
Não o que já foi ou devia ser.
Isto é pouco.
É preciso anunciar o que constrói,
O que edifica e qualifica. Realmente.
Não apenas porque os outros dizem ou muitos fazem.
Anunciar o que em mim e ti já é vida.
Anunciar a confiança, a certeza, a liberdade,
A segurança, a identidade, o valor, o respeito,
A complementaridade, a misericórdia, a bondade,
A entrega, a gratuidade, a gratidão, a verdade da própria vida
Na grandeza certa
Sem grandes ilusões ou desilusões.
Há consistência real em tudo isto que chegue.
Para todos.
Anunciemos o mais que possamos aos mais que possamos.
A sabedoria, em cada um que quiser e deixar, fará o resto.
Anunciar o que é!
O que é mesmo.
Não o que parece ser.
Não o que já foi ou devia ser.
Isto é pouco.
É preciso anunciar o que constrói,
O que edifica e qualifica. Realmente.
Não apenas porque os outros dizem ou muitos fazem.
Anunciar o que em mim e ti já é vida.
Anunciar a confiança, a certeza, a liberdade,
A segurança, a identidade, o valor, o respeito,
A complementaridade, a misericórdia, a bondade,
A entrega, a gratuidade, a gratidão, a verdade da própria vida
Na grandeza certa
Sem grandes ilusões ou desilusões.
Há consistência real em tudo isto que chegue.
Para todos.
Anunciemos o mais que possamos aos mais que possamos.
A sabedoria, em cada um que quiser e deixar, fará o resto.
Arriscar é: anúnciar
É preciso anunciar!
Anunciar o que é!
O que é mesmo.
Não o que parece ser.
Não o que já foi ou devia ser.
Isto é pouco.
É preciso anunciar o que constrói,
O que edifica e qualifica. Realmente.
Não apenas porque os outros dizem ou muitos fazem.
Anunciar o que em mim e ti já é vida.
Anunciar a confiança, a certeza, a liberdade,
A segurança, a identidade, o valor, o respeito,
A complementaridade, a misericórdia, a bondade,
A entrega, a gratuidade, a gratidão, a verdade da própria vida
Na grandeza certa
Sem grandes ilusões ou desilusões.
Há consistência real em tudo isto que chegue.
Para todos.
Anunciemos o mais que possamos aos mais que possamos.
A sabedoria, em cada um que quiser e deixar, fará o resto.
Anunciar o que é!
O que é mesmo.
Não o que parece ser.
Não o que já foi ou devia ser.
Isto é pouco.
É preciso anunciar o que constrói,
O que edifica e qualifica. Realmente.
Não apenas porque os outros dizem ou muitos fazem.
Anunciar o que em mim e ti já é vida.
Anunciar a confiança, a certeza, a liberdade,
A segurança, a identidade, o valor, o respeito,
A complementaridade, a misericórdia, a bondade,
A entrega, a gratuidade, a gratidão, a verdade da própria vida
Na grandeza certa
Sem grandes ilusões ou desilusões.
Há consistência real em tudo isto que chegue.
Para todos.
Anunciemos o mais que possamos aos mais que possamos.
A sabedoria, em cada um que quiser e deixar, fará o resto.
Saturday, November 04, 2006
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Arriscar é: provar o amor
Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!
-
Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!
-
Uma das mais belas heranças de Jesus é que nos deixou um amor que cabe no coração de todos. Aliás usou a nossa humanidade para se referir a...
-
Andamos a tornar dividida toda a realidade a começar por nós mesmos. Para além dos extremos andamos a tomar demasiadamente a parte pelo tod...