Estamos sempre à espera de um pretexto para pegar mal nas coisas.
Qualquer palavrinha, olhar, atitude... servem para fazermos uma tempestade.
Às vezes parece que o que a vida nos trás não chega e ainda aproveitamos as energias que nos restam
para inventar mais uma chatice.
Cabe a cada um dizer basta. A vida será muito mais fácil para todos.
Thursday, October 16, 2014
Monday, October 13, 2014
Arriscar é: fé e amizade
Jesus apresenta a fé muito unida à amizade.
A fé e tudo o mais faz sentido porque a amizade existe, com Deus, com os outros e a natureza.
A relação tem uma fragilidade e grandeza que a fé vem socorrer e prevalecer.
É por isso que Jesus diz que não há maior prova de amor do que dar a vida pelo amigo.
A fé e tudo o mais faz sentido porque a amizade existe, com Deus, com os outros e a natureza.
A relação tem uma fragilidade e grandeza que a fé vem socorrer e prevalecer.
É por isso que Jesus diz que não há maior prova de amor do que dar a vida pelo amigo.
Tuesday, October 07, 2014
Arriscar é: ajudar a louvar
"Leitura do Livro de Isaías
(Is 5,1)
Vou cantar, em nome do meu amigo, um cântico de amor à sua vinha."
Assim começava a liturgia da palavra este domingo.
Que bela ideia. Poderemos ajudar o outro (amigo) a louvar a sua vinha.
Neste tempo tão desanimado para tantos este caminho será um dom precioso e um util serviço à amizade.
Não será mal de todo se começarmos por nós.
(Is 5,1)
Vou cantar, em nome do meu amigo, um cântico de amor à sua vinha."
Assim começava a liturgia da palavra este domingo.
Que bela ideia. Poderemos ajudar o outro (amigo) a louvar a sua vinha.
Neste tempo tão desanimado para tantos este caminho será um dom precioso e um util serviço à amizade.
Não será mal de todo se começarmos por nós.
Wednesday, October 01, 2014
Arriscar é: o que é preciso
"Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação! Estamos construindo super-homens e super mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...
A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping-center. É curioso: a maioria dos shoppings-centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Deve-se passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:...
"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser Feliz"!!!
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação! Estamos construindo super-homens e super mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...
A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping-center. É curioso: a maioria dos shoppings-centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Deve-se passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:...
"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser Feliz"!!!
Frei Betto
Monday, September 29, 2014
Arriscar é: ver
Eu vi ou eu vi-te...
Que interessante! Vermos e sermos vistos faz-nos sentir especiais.
Jesus sabia e por tal valorizava esse aspecto da nossa existência.
Será por isso que Ele ainda está presente ao nosso olhar e nós no Seu.
Que belo e estruturante!
Que interessante! Vermos e sermos vistos faz-nos sentir especiais.
Jesus sabia e por tal valorizava esse aspecto da nossa existência.
Será por isso que Ele ainda está presente ao nosso olhar e nós no Seu.
Que belo e estruturante!
Monday, September 22, 2014
Arriscar é: deprimir
Em tantos locais a conversa é tão deprimente...
Para muitos a vida está sempre má. Tudo está mal.
Será que assim é?
É a realidade que nunca se altera ou o discurso?
Para muitos a vida está sempre má. Tudo está mal.
Será que assim é?
É a realidade que nunca se altera ou o discurso?
Monday, September 15, 2014
Arriscar é: glorificar a cruz
Glorificar a cruz foi o que jesus fez.
Nós temos muita dificuldade em fazê-lo.
Será a nossa cruz mais dolorosa do que a Dele?
Glorificar a cruz é colocar amor nela. Colocar amor nela
é inscrever nela os nomes dos que queremos salvar com a nossa entrega.
Escreve-los bem visíveis.
Nós temos muita dificuldade em fazê-lo.
Será a nossa cruz mais dolorosa do que a Dele?
Glorificar a cruz é colocar amor nela. Colocar amor nela
é inscrever nela os nomes dos que queremos salvar com a nossa entrega.
Escreve-los bem visíveis.
Saturday, September 06, 2014
Arriscar é: podia...
"Eu podia", é quase sempre sinal de nada.
Se existem palavras e expressões que deveriam ser
pouco ou nada usadas esta é uma delas.
Quando se afirma algo desta forma, em muitos dos casos
já se está a afirmar que nada vai acontecer. Então porquê afirmar: "eu podia".
Se existem palavras e expressões que deveriam ser
pouco ou nada usadas esta é uma delas.
Quando se afirma algo desta forma, em muitos dos casos
já se está a afirmar que nada vai acontecer. Então porquê afirmar: "eu podia".
Friday, August 29, 2014
Arriscar é: entre o terrorismo e a solidariedade
A internet é, como tudo, de extremos. Nestes dias assistimos a campanhas muito fortes pelo terrorismo e pela solidariedade. Realmente tudo depende do ser humano e da sua consciência. Formar uma cultura com bondade é desafio de todos.
Thursday, August 21, 2014
Arriscar é: só para alguns
Haverá coisas que se obtém casualmente...
A maioria não serão só boas.
As coisas boas implicam vontade e esforço.
São resultado de um querer forte e determinado.
Não são para todos, concerteza...
A maioria não serão só boas.
As coisas boas implicam vontade e esforço.
São resultado de um querer forte e determinado.
Não são para todos, concerteza...
Monday, August 18, 2014
Arriscar é: preferir
Preferir e não excluir é algo muito cristão.
É disso que Jesus nos fala e a que nos convida.
Que preferimos?
É disso que Jesus nos fala e a que nos convida.
Que preferimos?
Saturday, August 16, 2014
Arriscar é:comer
É impressão minha ou estamos a reduzir a vida ao que comemos e bebemos?
Não serão todos e em todo o lado mas dá que pensar. Partilha-se o copo e o prato nas imagens que postamos. Terá isso alguma análise ou será sintoma de algo?
Não serão todos e em todo o lado mas dá que pensar. Partilha-se o copo e o prato nas imagens que postamos. Terá isso alguma análise ou será sintoma de algo?
Sunday, August 10, 2014
Arriscar é: mudança/download
O que é que mudou?
Em mim, na sociedade, nos critérios da vida?
Este é um exercício que devemos fazer como quem actualiza os programas do computador. É um ajuste que feito com consciência nos integra e permite responder melhor aos desafios de cada presente.
Em mim, na sociedade, nos critérios da vida?
Este é um exercício que devemos fazer como quem actualiza os programas do computador. É um ajuste que feito com consciência nos integra e permite responder melhor aos desafios de cada presente.
Monday, August 04, 2014
Monday, July 28, 2014
Arriscar é: ser avó
Esse tempo e amor são tão valorativos e vinculativos.
Com a calma e a sabedoria de quem já fez muito caminho e sabe distinguir o essencial do acessório,
os avós vão sendo, cada vez mais, o suporte de uma sociedade um pouco perdida no rumo.
Será possível todos amarmos um pouco ao seu jeito?
Chamem-me neto ou avô e estou encontrado!
Com a calma e a sabedoria de quem já fez muito caminho e sabe distinguir o essencial do acessório,
os avós vão sendo, cada vez mais, o suporte de uma sociedade um pouco perdida no rumo.
Será possível todos amarmos um pouco ao seu jeito?
Chamem-me neto ou avô e estou encontrado!
Friday, July 25, 2014
Arriscar é: manual de férias
Manual de férias
1. Beba mais água, e coma com calma e em conjunto saboreando os alimentos e a companhia ;
2. Durma 8 horas por dia e faça uma sesta;
3. Coma mais alimentos naturais sem serem processados
4. Apanhe sol com moderação mas aproveite o ar livre;
5. Ande de bicicleta e vá ao cinema ou veja filmes em casa;
6. Brinque com seus irmãos, filhos e netos;
7. Leia livros, jornais e revistas;
8. Sente-se em silêncio pelo menos 10 minutos por dia;
9. Arranje tempo para rezar;
10. Faça uma caminhada por dia, se possível acompanhado de uma boa conversa.
11.Desfrute do que é seu e lhe deu tanto trabalho e esforço para adquirir e manter com o seu trabalho (casa, carro…)
12. Visite a sua família e velhos amigos;
13. Dê algo que é seu para alegria dos outros;
14. Deite fora coisas velhas e mude a decoração da casa e o seu guarda roupa;
15. Tenha tempo para a arte, ver ou criar;
16. Imprima algumas fotos e ofereça e organize um álbum;
17. Agradeça por escrito ou doutra forma o que partilharam consigo ou os que marcaram presença na sua vida;
18. Faça uma lista para cada dia com as tarefas que gostaria de realizar;
19. Sonhe com projectos para depois das férias e escreva-as;
20. Partilhe estas ideias com os seus e recolha mais sugestões para nos enviar (pcarlosazevedo@gmail.com)
Thursday, July 17, 2014
Arriscar é: priorizar
O tempo que o tempo nos dá serve para
dar ao tempo o melhor que o pode preencher.
Este tempo permite-nos dar prioridade
aquilo para o qual não costumamos ter tempo.
Para quê gostaríamos de ter tempo afinal?
dar ao tempo o melhor que o pode preencher.
Este tempo permite-nos dar prioridade
aquilo para o qual não costumamos ter tempo.
Para quê gostaríamos de ter tempo afinal?
Tuesday, July 15, 2014
Arriscar é: fresquinho
Chá quente no inverno e água fresca no verão
proporcionam momentos de enorme bem estar.
E o segredo está no simples.
Basta tão pouco para somar tanto.
Não deixemos de dar tempo ao fresco de cada tempo.
proporcionam momentos de enorme bem estar.
E o segredo está no simples.
Basta tão pouco para somar tanto.
Não deixemos de dar tempo ao fresco de cada tempo.
Friday, July 11, 2014
Arriscar é: 1000 anos
Se tem metas para 1 ano. Plante
arroz
Se tem metas para 10 anos. Plante
uma árvore
Se tem metas para 100 anos, então
eduque uma criança
Se tem metas para mais de 1000 anos,então preserve o meio Ambiente.
Confúncio
Monday, July 07, 2014
Arriscar é: apoiar
Apoiar é uma das formas de acrescentar esperança ao mundo.
Se em certos momentos não conseguimos apoiar diretamente
podemos apoiar quem apoia.
Se em certos momentos não conseguimos apoiar diretamente
podemos apoiar quem apoia.
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Arriscar é: provar o amor
Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!
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Uma das mais belas heranças de Jesus é que nos deixou um amor que cabe no coração de todos. Aliás usou a nossa humanidade para se referir a...