Para que alegrias trabalhamos?
O centralismo da nossa alegria
reduz-nos a muito pouco.
Merece-nos atenção a sua origem e destino.
Pode começar em nós mas não deve só ficar por aí.
A alegria mais completa abrange também os outros.
Arriscar é: provar o amor
Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!
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A instabilidade dos contratos que regem a vida contemporânea afeta a estabilidade dos vínculos, porque interfere na esperança dos parceiros...
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Uma das mais belas heranças de Jesus é que nos deixou um amor que cabe no coração de todos. Aliás usou a nossa humanidade para se referir a...