O que dá gosto á vida é gostar.
Não gostar provoca o desgosto. Esvazia.
É preciso e importante fazer coisas com gosto.
Há coisas que nos sabem bem,
que tornam mais fácil o comer, o vestir, o conviver, o viver...
Mas o verdadeiro gosto está, no gosto que se dá ao que se é e faz.
Quando chegamos ao extremo de nada nos dar gosto há que recomeçar.
Recomeçar devagar a enamorarmo-nos pela vida e pelas coisas.
Gostar tem uma dose de química, mas tem muito de querer.
E educa-se o gosto.
É de invejar quem sabe gostar e quem tem um leque variado de gostos.
São os vários pólos de interesse que alargam a nossa dimensão humana
e a extensão da nossa vida.
E o mais que tudo é dizer ao outro que se gosta…
…enche e enche-nos!
Arriscar é: provar o amor
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