Muitos e muitas vezes estamos tão autocentrados que não avançamos.
E quem anda sempre à roda de si mesmo não avança.
Está sempre no mesmo sítio.
Assim é quando tudo começa e acaba em si próprio.
Para se avançar é preciso ter uma meta definida.
Pode avançar-se muito ou pouco. Para fora e para dentro, mas buscando a plenitude.
E essa é absolutamente transcendente.
Se tivesse apenas a nossa medida seria pouco.
Contudo ela chama-nos a mais.
A superarmo-nos.
Começar é tarefa da nossa vontade
e tem que ter hora marcada, mas acabar
é algo que não podemos querer determinar ou decidir.
É do domínio do mais e do Além.
Arriscar é: provar o amor
Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!
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