Temos a memória curta.
Curta para o que interessa.
Comprida para o que devíamos esquecer.
O bem que nos fizeram é rapidamente ignorado assim que o comportamento do outro molesta ou não corresponde ao nosso interesse.
Deste modo, se cometem injustiças muito grandes.
Há coisas do passado que foram feias e nós reconhecemos isso.
Algo que foi dito ou feito que magoou muito.
É certo que não é fácil esquecer, mas quando pegamos nisso para “chapar” na cara do outro, descemos ao mesmo nível que anteriormente criticamos.
Quando houver algo a lembrar ou a tornar presente seja bom e bonito.
Que fale da vida e das coisas que a acrescentam.
Guardemos no coração, decore, tudo o que vale para que ele seja como um tesouro cheio de coisas ricas e não só lixo.
Arriscar é: provar o amor
Se o amor não precisasse de ser provado Jesus não teria morrido na Cruz. Temos mesmo dar provas do nosso amor!
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